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TENDÊNCIA DE CRESCIMENTO DO EMPREGO. em 07/09/2009 |
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Conforme publicação acima, tivemos de 1901 a 1920 uma taxa média de crescimento populacional de 2,91% ao ano, caindo para 1,49% no período de de 1921 a 1940. A partir de 1940 a taxa de média de crescimento populacional voltou a subir, atingindo o pico 2,99% entre os anos de 1950 e 1960 e na sequência, após 1960, retornou a tendência descendente chegando ao percentual de 1,63% ao ano na décado de 1990. Segundo o citado documento, a tendência de queda deverá permanecer, estando prevista uma taxa de crescimento média de 0,71% ao ano até a chegada de 2020. Os coordenadores da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação Seade, Alexandre Loloian, e do Dieese, Clemente Ganz Lucio, noticiam a queda de forma lenta e gradual do índice de desemprego até ao fim de 2009. Segundo eles, os últimos seis meses costumam ser melhores que os seis primeiros para o emprego - “Nada leva a crer que o segundo semestre será ruim. Ninguém aposta em redução do nível de atividade”, disse Loloian. Afirmam os coordenadores da pesquisa que, após cinco anos seguidos de queda no desemprego, o ano de 2009, apesar de toda a crise econômica internacional, será de estabilidade, ou seja, o indice de desemprego fechará igual ao ano de 2008. Levando-se em conta que o maior impacto para o Brasil na recente crise econômica internacional, aconteceu no ano de 2009 e que a previsão é de mantermos neste ano o mesmo índice de desemprego de 2008. Avaliando esta informação e comparando com a tendência de queda da taxa média de crescimento da população que se encaminha para 0,71%. Considerando a previsão do mercado para a taxa de crescimento econômico que para o ano de 2010 se posicionaria entre 4,5% e 5%, conforme afirmação do Ministro Guido Mantega em entrevista concedida ao Jornal Folha de São Paulo de 07/08/2009: "...FOLHA - No último trimestre antes do agravamento da crise, o Brasil crescia 6,8% ao ano e o investimento, 20%. Estava aquecido demais? MANTEGA - Estava. Não o investimento, que estava ótimo. Mas a taxa de 6,8% estava aquecida. Estávamos tomando medidas para dar uma segurada. Aí veio a crise. Voltar a 7% não é o nosso projeto. Mas a 4,5% ou 5% é perfeitamente factível..." Acreditando na manutenção do atual "status quo", delineia-se um cenário que me deixa a vontade para afirmar: existe condições favoráveis para o crescimento da oferta de emprego e esta tendência deve permanecer pelos próximos anos.
Para o início do período de festas natalinas, notícias como esta são alvissareiras. IRAN RIBEIRO - CONSULTOR |
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